Conjuntivite Alérgica

Existem vários tipos de reação de hipersensibilidade que são normais e visam proporcionar defesa ao nosso organismo contra agentes ou substâncias do ambiente. A alergia nada mais é que uma reação exacerbada de tipos particulares de hipersensibilidade. Estas reações ocorrem quando entramos em contato com uma substância ou agente estranho ao nosso corpo (antígeno). Quando isto ocorre, células de nosso organismo, conhecidos como linfócitos, os reconhecem e liberam proteínas (anticorpos) que vão se aderir aos antígenos. Uma vez tenha ocorrido a união entre o antígeno e o anticorpo (complexo antígeno-anticorpo) vários mecanismos de hipersensibilidade irão atuar visando destruir o antígeno. Perceba que isto ocorre normalmente em nosso dia-a-dia. No entanto só ocorre a alergia quando essa reação é desproporcional.

A alergia pode se manifestar em várias partes do nosso corpo. Existe alergia de pele (eczema de contato, dermatites, etc.), de vias aéreas (asma brônquica, bronquite, rinite, sinusiopatia, etc.), do ouvido (otites), dos olhos (conjuntivite) e outras. É possível um paciente apresentar vários locais de manifestação da alergia ao mesmo tempo, como também apresentá-la em uma localização única. Ainda, é preciso lembrar, que num mesmo local, várias formas de apresentação da alergia são possíveis.

Conjuntivite Alérgica Primaveril

A alergia ocular se apresenta de várias formas. A forma mais freqüente é a forma primaveril que acomete principalmente crianças. O paciente queixa-se de coceira persistente nos olhos e vermelhidão ocular crônica, porém que apresentam períodos de exacerbação, alternados com períodos de melhora.

Na nossa região, o inverno é o período mais seco do ano. O ar costuma estar sujo, com muito pó, poeira e poluição, além do que venta mais. Isso contribui para a piora dos sintomas. Quando começa a chover o ar torna-se mais limpo, venta menos, os sintomas oculares diminuem.

Conjuntivite

Fotografia de um casoa

Conjuntivite Alérgica

Existem vários tipos de reação de hipersensibilidade que são normais e visam proporcionar defesa ao nosso organismo contra agentes ou substâncias do ambiente. A alergia nada mais é que uma reação exacerbada de tipos particulares de hipersensibilidade. Estas reações ocorrem quando entramos em contato com uma substância ou agente estranho ao nosso corpo (antígeno). Quando isto ocorre, células de nosso organismo, conhecidos como linfócitos, os reconhecem e liberam proteínas (anticorpos) que vão se aderir aos antígenos. Uma vez tenha ocorrido a união entre o antígeno e o anticorpo (complexo antígeno-anticorpo) vários mecanismos de hipersensibilidade irão atuar visando destruir o antígeno. Perceba que isto ocorre normalmente em nosso dia-a-dia. No entanto, só ocorre a alergia quando essa reação é desproporcional.

A alergia pode se manifestar em várias partes do nosso corpo. Existe alergia de pele (eczema de contato, dermatites, etc.), de vias aéreas (asma brônquica, bronquite, rinite, sinusiopatia, etc.), do ouvido (otites), dos olhos (conjuntivite) e outras. É possível um paciente apresentar vários locais de manifestação da alergia ao mesmo tempo, como também apresentá-la em uma localização única. Ainda, é preciso lembrar, que num mesmo local, várias formas de apresentação da alergia são possíveis.

Conjuntivite Alérgica Primaveril

A alergia ocular se apresenta de várias formas. A forma mais freqüente é a forma primaveril que acomete principalmente crianças. O paciente queixa-se de coceira persistente nos olhos e vermelhidão ocular crônica, porém que manifesta períodos de exacerbação, alternados com períodos de melhora.

Na nossa região, é no inverno, estação mais seca do ano, e não na primavera, que os sintomas costumam piorar. O ar costuma estar sujo, com muito pó, poeira e poluição, além do que venta mais. Isto contribui para a piora dos sintomas. Quando começa a chover o ar torna-se mais limpo, venta menos, os sintomas oculares diminuem.

Conjuntivite

Fotografia de um caso de conjuntivite alérgica primaveril. Observamos na conjuntiva tarsal superior (embaixo da pálpebra, após sua inversão): papilas e espessamento da conjuntiva que diminuem a visibilidade dos vasos conjuntivais.

Conjuntivite

Neste outro caso de conjuntivite alérgica é mostrado um folículo limbar (região entre a parte branca do olho, esclera, e a parte transparente, córnea).

Tratamento

Atualmente o oftalmologista dispõe de um número considerável de medicamentos que auxiliam no tratamento da alergia. Nos casos muito sintomáticos, é costume do oftalmologista utilizar drogas para melhorar esses sintomas, na forma de colírio para uso tópico. Uma vez controlada a sintomatologia inicial são prescritos colírios com finalidade de estabilização do quadro. Muita atenção! Somente o oftalmologista pode prescrever esses colírios, porque muitos deles podem causar sérios efeitos colaterais para o olho. Apenas casos muito severos com comprometimento corneano podem vir a necessitar de tratamento cirúrgico.

Não existe cura para a alergia. Todo o tratamento é feito para controlar as crises e evitar as recidivas. Na conjuntivite alérgica primaveril, no entanto, é esperada uma melhora espontânea com a idade. Em grande parte dos casos, é comum a regressão da alergia com o surgimento da puberdade.

Recomendações

  • Evite coçar os olhos. Isso só piora os sintomas. Costumo dizer: “o olho não foi feito para se coçar ou para se pingar colírios”.
  • Se necessário, uma compressa com gelo costuma aliviar a coceira.
  • Óculos de sol ajuda a evitar o excesso de claridade e a exposição ao vento.
  • No carro, manter os vidros fechados e o ventilador desligado.
  • Deve-se evitar o contato com ambientes com fumaça de cigarro, ar condicionado ou com muito pó em flutuação.
  • Manter os lençóis, travesseiros, toalhas, sofás e tapetes limpos ou aspirados são medidas bastante salutares, assim como se deve evitar sacudi-los.
  • Usar pano úmido para limpar superfícies da casa, no lugar de vassouras ou espanadores.
  • Não são aconselhados animais domésticos. Do contrário, mantê-los escovados e sem pêlos soltos.
  • Conjuntiva que diminuem a visibilidade dos vasos conjuntivais.

Conjuntivite

Neste outro caso de conjuntivite alérgica é mostrado um folículo limbar (região entre a parte branca do olho, esclera, e a parte transparente, córnea).

Tratamento

Atualmente o oftalmologista dispõe de um número considerável de medicamentos que auxiliam no tratamento da alergia. Nos casos muito sintomáticos, é costume do oftalmologista utilizar drogas para melhorar esses sintomas, na forma de colírio para uso tópico. Uma vez controlada a sintomatologia inicial são prescritos colírios com finalidade de estabilização do quadro. Muita atenção! Somente o oftalmologista pode prescrever esses colírios, por que muitos deles podem causar sérios efeitos colaterais para o olho. Apenas casos muito severos com comprometimento corneano podem vir a necessitar de tratamento cirúrgico.

Não existe cura para a alergia. Todo o tratamento é feito para controlar as crises e evitar as recidivas. Na conjuntivite alérgica primaveril, no entanto, é esperada uma melhora espontânea com a idade. Em grande parte dos casos, é comum a regressão da alergia com o surgimento da puberdade.

Recomendações

  • Evite coçar os olhos. Isso só piora os sintomas. Costumo dizer: “o olho não foi feito para se coçar ou para se pingar colírios”.
  • Se necessário uma compressa com gelo costuma aliviar a coceira.
  • Óculos de sol ajuda a evitar o excesso de claridade e a exposição ao vento.
  • No carro, manter os vidros fechados e o ventilador desligado.
  • Deve-se evitar o contato com ambientes com fumaça de cigarro, ar condicionado ou com muito pó em flutuação.
  • Manter os lençóis, travesseiros, toalhas, sofás e tapetes limpos ou aspirados são medidas bastante salutares, assim como se deve evitar sacudi-los.
  • Não são aconselhados animais domésticos.

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